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O MPLA terá que por fim ao terrorismo de estado - Raúl Diniz

Luanda - É importante que o MPLA a respeite a vontade do povo. O regime sabe já é tempo de perceber que o povo quer mudanças substâncias na administração da coisa pública. A situação atual da economia doméstica angolana, proporciona realizar algumas leituras preocupantes, que levam o país a realizar desconcertante análises preocupantes divergentes umas das outras em dimensões, que podem inviabilizar o desenvolvimento econômico desejado, sobretudo, pode-se correr o risco de paralisar a evolução do estado de direito, além de eventualmente nocautear a incrementação da democracia tão desejada. Fonte: Club-k.net Com o dedo apontado em riste, qualquer cidadão sabe que, não será nada difícil indicar os culpados dessa arreliante situação imposta aos angolanos por uma casta de vespertinos espertalhões oportunistas, reunidos no centro do poder instalado e controlado pelo MPLA. O partido MPLA no poder a cinquenta anos ininterruptos, mergulhou o pais na profundeza do abismo trevoso, hoje, sem medo de errar, pôde-se afirmar que, o MPLA nada mais é que um balcão de negócios onde se realizem oreocupabt4s trapaças nocivas a integridade desenvolvimentista da economia que se deseja diversificada. Não é mais possível acreditar na gestão económica de José Massano, aliás, José Massano não é o responsável ou o culpado central do descalabro económico observado no país. Fica cada vez mais claro, que Angola não tem políticas de estado robustas com pendor e carácter obrigatório para quem governa. É conhecido nacional e internacionalmente, que o falhanço econômico reside no modelo que o regime se utiliza para controlar o desorbitado empresariado nacional. De facto, o modelo económico angolano em vigor não gera recursos, pois, não gera valores em impostos, que possibilitem arrecadação pecuniária, para usa-los em projetos socias inclusivos, como a construção de moradias sociais, escolas, universidades, hospitais etc. Por outro lado, acresce falar da necessidade do governo clarificar e incrementar políticas de crédito aceitáveis, faz-se igualmente necessário e urgente, que o ministro responsável da coordenação económica, reescreva e apresente propostas de políticas de crédito a fundo perdido para recrear a agricultura familiar e ao mesmo tempo impulsionar o microcomércio, que se encontram totalmente abandonados a sua sorte nas ruas e vias das capitais províncias do país e não só. É importante que o empresariado comece a criar riqueza, para isso, é necessário, que haja abertura e promoção de créditos com juros amigáveis, para que, o empresariado passa empreender e realizar seus negócios com total segurança. As políticas de crédito não podem asfixiar continuamente o pequeno, medio e grande investidor nacional e estrangeiro. Aliás, nenhum investidor estrangeiro aplicará jamais o seu dinheiro aonde a classe empresarial é totalmente pobre, também é importante implantar um modelo de justiça favorável ao investidor externo, é preciso criar leis, que garanta segurança jurídica ao investidor. Por outro lado, importa construir r promulgar leis trabalhistas, que protejam não somente o trabalhador, mas também proteja a entidade empregadora. Assim sendo, torna-se deverás importante, retirar ao estado o papel de maior empresário do país.Ao governo, cabe-lhe o dever constitucional de criar mecanismos para modernizar e construir pontes de diálogo concertado com a função publica e com os trabalhadores do sector publico e privado, realizar as reformas necessárias para o melhoramento do estado, como as reformas da administração pública, tributária e fiscal e criar riqueza distributiva. Esse é o momento de o governo demonstrar capacidade e criatividade, para despartidarizar o aparelho de estado, e modernizar e criar um modelo inovador para administração pública do estado. Em suma, já é hora de o governo clarificar e mostrar qual o tipo de governo que deseja para o país. Já é tempo de dialogar com responsabilidade com a sociedade e sobretudos, retirar ilações políticas do fracasso que foram e continuam a ser as suas equivocadas políticas de exclusão social. O MPLA por sua vez, terá que se auto responsabilizar do declínio estrutural, que o país vivencia há mais de cinquenta anos. Chegou o momento de o governo governar para todos. Ninguém quer mais golpes de estado institucionais ou constitucionais. Chega de roubos e fraudes eleitorais. Faz-se importante realizar com urgência eleições autárquicas, o país não vai conseguir sobreviver a mais cinco anos de regime totalitário e absolutista. O regime tem que mudar de vida e adotar novos paradigmas, e que aprenda de uma vez por todas, que o pais não é do MPLA, é preciso que aprenda a governar para todos angolanos.   Governar significa prestar serviço temporal voluntarioso. Estamos entendidos!  

1/12/2026 10:58:20 AM

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